‹ Perguntas frequentes

Preciso mesmo de enxerto ósseo? Há alternativa?

Resposta directa

Nem sempre. A regeneração óssea mantém-se indicada em muitas situações de perda moderada. Em casos de atrofia severa, com necessidade de reabilitação total do maxilar, existem técnicas cirúrgicas avançadas que permitem colocar os implantes sem regeneração óssea prévia. Já nas substituições unitárias, a regeneração poderá ser necessária.

Importa estabelecer este ponto com clareza: não existe qualquer oposição de princípio à regeneração óssea. É um procedimento válido e, em muitos casos, poderá ser o mais indicado. A questão não reside na técnica, mas na sua aplicação a situações em que deixou de ser a opção mais adequada.

Situações em que a regeneração óssea está indicada

Situações que justificam ponderar alternativas

O fator temporal

Um plano com regeneração óssea implica tipicamente uma primeira intervenção e um período de integração que pode ir até nove meses. Caso os implantes sejam colocados num segundo momento, é necessário um novo período de espera até à sua integração completa. Após esse período, será confecionada a reabilitação definitiva.

O que não é possível determinar à distância

Qual das vias se aplica ao seu caso. Determiná-lo exige avaliação imagiológica tridimensional — tomografia computorizada de feixe cónico, CBCT — e avaliação clínica da cavidade oral. Só a partir dessa informação é possível estabelecer qual o procedimento mais adequado à reabilitação.

O objetivo da consulta de avaliação é apresentar a solução mais adequada ao seu caso, explicando todas as alternativas, de modo a que a reabilitação seja executada no menor período de tempo possível, com o melhor prognóstico e a maior previsibilidade.

Dr. Gonçalo Jesus Médico dentista · Cédula profissional OMD n.º 10234 Atualizado em Setembro de 2026

Todas as alternativas

Incluindo as que não são executadas nesta prática.

Agendar consulta